Mostrando postagens com marcador poema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poema. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Mulher Moçambicana


Dia 07 de Abril é o dia marcado para homenagear todas as Mulheres Moçambicanas (Dia da Mulher Moçambicana).
Como homenagem, posto um poema escrito por um estudante da Escola de Professores do Futuro - EPF, um futuro professor, Vasco Matsinhe, um moçambicano oriundo da província de GAZA, que por estas singelas palavras, faz a sua reverência a todas a mulheres moçambicanas, merecedoras de títulos de bravura.


Mulher Moçambicana


Tu és a flor mais linda do planeta,
Que brilha ao nascer do sol de cada dia.
Tu és, a riqueza Moçambicana,
Lutadora, corajosa, batalhadora e guerrilheira.


Mulher Moçambicana


A felicidade de todos os homens,
Tu és a raiz de uma família.
Mulher educadora, mãe dos sábios,
Seu sorriso encantador é motivador.


Mulher Moçambicana


Trabalhadora incansável,
Negra chocolate, capulana e lenço,
É a sua identidade!


Tu és Mulher Moçambicana!
Uma estrela na noite de luar,
É a pérola da África.

Autor: Vasco Matsinhe


Conheça: Broken Mind Rules

quarta-feira, 23 de março de 2011

O navio negreiro

O poema de Castro Alves ( 1847-1871) é um dos mais conhecidos da literatura brasileira e foi concluído em 1868, quase 20 anos depois da promulgação da Lei Eusébio de Queiróz, que proibiu o tráfico de escravos, em 4 de setembro de 1850. Como a proibição não vingara totalmente, o poeta empenhou-se na denúncia da miséria a que eram submetidos os africanos durante a travessia oceânica.
Poeta social, sensível às inspirações revolucionárias e liberais do século XIX, Castro Alves foi, no Brasil, o anunciador da Abolição e da República, devotando-se apaixonadamente à causa abolicionista. Composto em seis partes, " O navio negreiro" alterna métricas variadas para obter o efeito rítmico mais adequado a cada situação retratada.